JOVENS SANTOMENSES CRIAM REDE AMBIENTAL E DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO DOS PAÍSES AFRO-INSULARES

JOVENS SANTOMENSES CRIAM REDE AMBIENTAL E DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO DOS PAÍSES AFRO-INSULARES

Acaba de ser criado em São Tomé, um Núcleo de redes de desenvolvimento sustentado de países afro-insulares.

Para tal, um grupo de jovens, incluindo o jovem activista social Dynka Amroim, reuniu, este domingo, nas instalações do instituto da Juventude, no bairro de Santo António, para os devidos efeitos.

Após a realização de Assembleia Constituinte, criou – se, igualmente, os Órgãos da Rede cuja liderança recaiu sobre Anísia Mota, Presidente da Associação.

A Rede pertence aos países insulares em desenvolvimento do Continente africano e asiático, do oceano atlântico, indico, mediterrâneo e sul do mar da China.

Nessa Assembleia, discutiu – se, também, aprovação dos estatutos, eleição e, aproveitou – se, a cerimonia para a tomada de posse dos órgãos sociais ora criados.

SIDS Youth AIMS Hub, é uma organização regional, criada e sediada nas ilhas Maurícias em 2014 que reuni os jovens dos pequenos estados insulares em desenvolvimento.

Integram, igualmente, esta Rede que vela pelo desenvolvimento sustentável com prioridade para as alterações climáticas no continente africano e asiático, Cabo-Verde, Guiné-Bissau Maurícias Seychelles, Comores, Maldivas, Singapura e São Tomé e Príncipe.

Nesta Assembleia, algumas entidades locais, entre elas, o presidente do Conselho Nacional da Juventude, CNJ, Wildiley Barroka.

Sublinha – se que a Rede, conta, também, com apoio do Instituto da Juventude e Desporto, Conselho Nacional de Juventude, Instituto da Juventude, Direcção Geral do Ambiente, Unidade do desenvolvimento Sustentável do PNUD e a participação na primeira feira das alterações climáticas de São Tomé e Príncipe.

Esta direção do núcleo de SYAH para arquipélago santomense tem um mandato de três anos, tempo para executar alguns projetos na área do desenvolvimento sustentável e mobilizar mais jovens e parceiros.

Recorde-se que este processo de criação da Rede em São Tomé e Príncipe contou com o incentivo de Dynka Amorim, consultor e activista social e ambiental e fundador da Associação Bué Fixe criado em 2003.

Fim/MD

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